Análise: Messias desponta como boi de piranha da crise do STF
Indicação que começou com mal-estar por pressa de Alcolumbre para sabatina e falta de mensagem oficial do Palácio do Planalto termina em fato inédito da Nova República
Jorge Messias deixou o Senado afirmando que "toda a sorte de mentiras" ocorreu para lhe derrubar (e foi derrubado) desde que foi anunciado como indicado pelo presidente Lula (PT) ao STF (Supremo Tribunal Federal). "Nós sabemos quem promoveu tudo isso", disse, sem citar nomes.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), preferia abertamente o também senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O ministro decano Gilmar Mendes, também - embora, nas últimas semanas, tenha dado sinais de apoio a Messias, que só encontrava endosso intra STF com o irmão de fé evangélica André Mendonça.
Na sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou a Messias que ministros do STF trabalhavam para que seu nome não prosperasse e questionou se o indicado teria "envergadura moral" para confrontar "posicionamentos" de magistrados do Supremo.
Messias respondeu: "farei o que é certo. E a prova disso é esta caminhada que eu estou passando. O senhor sabe muito bem que os cinco meses que eu estou percorrendo e toda essa Via Crucis que eu passo decorre exatamente por conta dessas questões."
Na CCJ, Messias deu "apoio total" às discussões sobre o Código de Ética no STF, mas ponderou a necessidade de "decisão colegiada"; afirmou que processo penal "não é ato de vingança", ao falar do inquérito das fake news; e disse que Mendonça, que relata ações sobre fraudes no INSS e no Banco Master, "dá orgulho ao país".
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