Análise: Messias investe em evangélicos para aprovação no Senado
Pedro Venceslau aponta que candidato ao STF investe no diálogo com parlamentares evangélicos, mas enfrenta resistências no plenário
Jorge Messias é sabatinado pelo Senado nesta quarta-feira (29) para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o analista de Política Pedro Venceslau, durante o CNN 360º, a principal estratégia de Messias para garantir sua aprovação é o diálogo com parlamentares evangélicos, dentro e fora do Congresso Nacional.
Durante sua fala inicial na sabatina, Messias abordou sua trajetória religiosa com palavras cuidadosamente escolhidas. Ele descreveu sua fé não como um "ativo", mas como uma "bênção", e ressaltou que o Estado é laico e que, como juiz, o que deve orientar a aplicação das leis é a Constituição, e não suas convicções religiosas.
"Quando ele começou a fala dele pela manhã, quando foi falar sobre a questão da religião, ele chegou a se emocionar e chorou. Foi um momento muito marcante e isso pode ter tocado alguns senadores evangélicos e mais conservadores que resistiam a votar nele", destacou Venceslau.
Fora do Congresso, Messias conquistou apoios relevantes, como o do apóstolo Estevão Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo. André Mendonça, ministro do STF e também evangélico, foi o primeiro a apoiar a indicação de Messias e desempenhou papel central na articulação, levando-o a conversar com diversas lideranças religiosas.
Em um evento realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo, em homenagem a André Mendonça, Messias estava presente na plateia ao lado de lideranças religiosas e de bolsonaristas de primeiro escalão do estado.
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