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Comprar GPU nova ou usada em 2026? Método te ajuda a decidir sem riscos

Por Raphael Giannotti • Editado por Jones Oliveira | 25/04/2026 às 15:30 Quando falamos de montar um PC, sempre mencionamos a atual crise que a indústria de hardware vive. Porém, vamos deixar isso de lado um pouco e foca...

Por Raphael Giannotti • Editado por Jones Oliveira | 25/04/2026 às 15:30

Quando falamos de montar um PC, sempre mencionamos a atual crise que a indústria de hardware vive. Porém, vamos deixar isso de lado um pouco e focar em como comprar uma placa de vídeo da melhor forma. Afinal, decidir entre um modelo novo ou usado é algo que sempre existiu. O dilema não é se a nova é melhor ou se a usada é uma cilada, mas sim o cálculo preciso de quanto desempenho por real você está ganhando e quanto risco seu bolso está disposto a aceitar.

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Antes de mergulharmos nos números, precisamos deixar claro que não vamos apontar o dedo para uma placa específica e dizer para você comprá-la. Em vez disso, vamos mostrar a você como montar sua própria régua de decisão baseada em três pilares: preço praticado, os quadros por segundo entregues e o desconto de risco.

Entender isso é crucial, já que uma placa de entrada atual pode até empatar em média de frames com uma intermediária de duas gerações atrás, mas a conta muda drasticamente quando colocamos na balança o suporte a novas tecnologias de upscaling, a eficiência energética, entre outras questões.

Para navegar nesse mercado sem ser passado para trás, você precisa de um método que funcione tanto no marketplace da rede social quanto na prateleira das grandes lojas. O primeiro passo é definir o seu alvo de uso. Não adianta olhar para uma placa usada potente se o seu foco é apenas o competitivo em 1080p, onde o processador muitas vezes dita o ritmo. Você precisa saber sua resolução alvo, se pretende usar ray tracing de forma ativa e o quanto depende de tecnologias como DLSS ou FSR.

Definido o alvo, o segundo passo é montar sua tabela de candidatos, listando opções novas e as usadas em diferentes condições. O terceiro passo é entender que o preço é apenas a superfície, a segunda camada é o custo por desempenho, e a terceira é o desconto de risco, que é o valor que você subtrai mentalmente do preço da usada para compensar a ausência de garantia.

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