Documentos judiciais detalham cronologia de ataque a jantar com Trump
Foto de arma de fogo foi incluída nos documentos judiciais • Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito de Columbia
Um agente do Serviço Secreto viu um suspeito armado com uma espingarda disparar em direção às escadas que levavam a um salão de hotel onde o presidente Donald Trump, membros de seu gabinete e alguns dos principais jornalistas do país estavam reunidos no sábado para o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, afirmaram promotores federais em novo documento judicial apresentado nesta quarta-feira (29).
O documento, que expõe o argumento da promotoria para manter o suspeito detido enquanto aguarda julgamento, oferece uma cronologia mais detalhada do ataque do que se sabia anteriormente, além de um relato completo do arsenal que o suspeito havia acumulado.
Os promotores argumentaram que “não há combinação de condições que possa garantir razoavelmente a segurança da comunidade” caso o suspeito seja libertado, apontando para o grau de preparação e a possibilidade — evitada por “mera sorte” — de que ele poderia ter matado pessoas e causado danos graves.
Eles classificaram o plano como um ato de “violência política extrema”.
“A escolha de alvos pelo réu demonstra a natureza profundamente perigosa de sua conduta”, escreveram os promotores. “Tentativa de homicídio é sempre um crime grave, mas quando a vítima pretendida é o presidente dos Estados Unidos, bem como outros membros de alto escalão do governo, as consequências potenciais são de grande alcance.”
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