Doença renal crônica acende alerta ao aparecer mais cedo
Crescimento impulsionado por doenças metabólicas
Embora praticamente todos os jovens brasileiros já tenham ouvido falar em diabetes, o entendimento sobre suas complicações ainda é limitado. Um levantamento recente do Datafolha aponta que quase metade das pessoas entre 16 e 34 anos desconhece a relação direta entre diabetes e doença renal.
O dado chama atenção em um momento em que os fatores de risco da DRC, como diabetes, hipertensão e obesidade, chegam cada vez mais cedo.
A doença renal crônica afeta cerca de 10% da população mundial e cresce em ritmo acelerado. Parte desse aumento se explica pelo envelhecimento populacional, mas também pela expansão de doenças metabólicas altamente prevalentes, especialmente hipertensão arterial e diabetes, cada vez mais frequentes em faixas etárias mais jovens.
Nesse cenário, o diabetes tornou-se uma das principais causas de doença renal crônica no Brasil e no mundo. A relação entre diabetes e doença renal é direta. A chamada nefropatia diabética, ou comprometimento renal do diabetes, é hoje uma das principais causas de pacientes em diálise. Níveis elevados de glicose no sangue mantidos ao longo do tempo danificam os pequenos vasos dos rins, comprometem os mecanismos de filtração e reduzem gradualmente sua capacidade de funcionamento. A hipertensão arterial, frequentemente associada a esse quadro, intensifica o dano renal, acelerando a perda de função.
Sem diagnóstico precoce e tratamento adequado, esse processo pode levar à insuficiência renal avançada, fase em que o paciente passa a depender de hemodiálise ou transplante renal para sobreviver.
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