Duas características do Dinizismo ainda não praticadas por esse Corinthians
O Corinthians de Diniz não joga de forma exuberante mas joga de forma intensa e solidária. Essa solidariedade é uma característica fundante do dinizismo, esquema de jogo que, entre outros atributos contra-hegemônicos, en...
O Corinthians de Diniz não joga de forma exuberante mas joga de forma intensa e solidária. Essa solidariedade é uma característica fundante do dinizismo, esquema de jogo que, entre outros atributos contra-hegemônicos, entende o elenco como comunidade e coloca o grupo sempre acima do individual. Se um errou, todos são responsáveis por reparar o erro. No dinizismo, ousar e errar não é pecado. Errar e não se reorganizar coletivamente para reparar o erro, sim. Essa é uma qualidade já pode ser vista no Corinthians de Diniz. Mas há outras que ainda não entraram em campo.
A primeira eu diria que é o jogo mais junto tendo no mínimo dois jogadores dando opção de passe curto para quem está com a bola. É um jogo de maior exigência física mas que permite um dinamismo diferente. É nesse momento que vemos as "escadinhas": quando o jogador que vai receber o passe sabe que pode deixar a bola passar porque tem alguém em linha para receber a bola. E é essa justamente a qualidade sempre reduzida à crítica da "saidinha de bola perigosa perto do gol". No Corinthians, o jogo bem aproximado não se fez presente.
Uma segunda característica é a virada rápida de jogo. No Fluminense campeão da América víamos muito o time quase todo concentrado de um lado do campo e, lá do outro lado, um solitário jogador bem aberto pronto para receber o passe longo. Esse Corinthians ainda não colocou em ação essa forma de atuar.
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