Entenda em oito pontos a derrota histórica de Jorge Messias no Senado
1. Lula quer Messias; Alcolumbre defende Pacheco
A rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) na quarta-feira (29) colocou fim a uma articulação de seis meses do Planalto com congressistas.
Agora, a base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) traça uma estratégia de reação à atuação do Senado após a derrota histórica. Messias se tornou o primeiro indicado a ser reprovado pela Casa desde a redemocratização.
A vaga no STF foi aberta após a saída de Luís Roberto Barroso em outubro do ano passado. Veja os principais pontos para entender o caminho que levou o governo à derrota nesta semana:
Após a saída de Barroso, o Executivo e o Congresso começaram as articulações para a decisão do próximo ministro da Corte. Entre os mais cotados, estavam Jorge Messias, o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) e o então ministro Bruno Dantas, do TCU (Tribunal de Contas da União).
Lula tinha Messias como favorito. Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendia o nome de Pacheco, que também era bem avaliado no STF. Alcolumbre chegou a se reunir com Lula para defender o nome do senador de Minas Gerais para a Corte.
Fonte: Leia a notícia completa
Continue na próxima notícia
Selecionamos mais uma matéria para você seguir navegando no Arapongas Digital.

Filha de Caroline Bittencourt homenageia a mãe 7 anos após morte
Jovem apontou "vazio" na família desde a partida da modelo





