Quando a marca para de comprar atenção e começa a produzi-la
Caso Printi revela como posicionamento limita crescimento e por que marcas precisam construir audiência, não apenas comprar atenção
Por Especialistas Convidados | 29/04/2026 às 10:08
Existe um momento específico em que uma empresa percebe que o problema não é orçamento de mídia. É posicionamento. Dentro de minha área de estudo encontrei o caso da Printi, que chegou a esse momento com uma das maiores infra estruturas gráficas da América Latina operando abaixo do seu potencial. Havia uma capacidade maior de produção, muito potencial a ser explorado,mas porque o mercado enxergava a empresa como apenas uma gráfica digital. Para quem era de fora, a Printi era a gráfica do cartão de visita. Para quem estava dentro, ela tinha capacidade para ser sete gráficas em uma visto todo o seu portfólio de produtos com mais de +600.
Essa distância entre o que uma empresa realmente é e como o mercado a percebe, não se resolve com mais verba em mídia paga. Ela se resolve com conteúdo. Com presença consistente. Com a decisão de parar de alugar atenção e começar a construí-la.
Thiago Leon, Head de Branding da Printi, resume bem o que esse processo significou na prática:
Essa frase captura com precisão uma transformação que vai muito além do rebranding. O que a Printi fez não foi trocar o logo e atualizar a paleta de cores. Ela transformou um depósito ocioso no segundo andar da fábrica em um estúdio 3 em 1 de produção de mídia, contratou uma ex-cliente e influenciadora como a face oficial da marca com a missão de humanizar a operação fabril e criou uma estratégia de conteúdo para cada intenção de busca em plataformas distintas.
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