Redução de jornada vai diminuir remuneração, diz presidente da Abimaq
José Veloso, presidente da Abimaq, alertou que a redução da jornada de trabalho no Brasil sem contrapartida de aumento de produtividade resultará em queda de remuneração e precarização do emprego. A declaração foi feita...
José Veloso, presidente da Abimaq, alertou que a redução da jornada de trabalho no Brasil sem contrapartida de aumento de produtividade resultará em queda de remuneração e precarização do emprego.
A declaração foi feita à CNN Brasil durante a Hannover Messe, maior feira de inovação e tecnologia industrial do mundo, na Alemanha.
"A grande preocupação é a redução de jornada por lei. Hoje, o que a gente defende é o livre acordo", afirmou Veloso.
Segundo ele, a média atual de jornada no setor de máquinas é de 42 horas semanais por convenção coletiva, e a imposição de redução via Constituição, sem investimentos para melhorar a produtividade, aumentará os custos dos produtos.
Veloso explicou que mesmo com a proposta de manter os salários, a redução ocorrerá naturalmente com a rotatividade de funcionários.
"Vai diminuir o salário, vai precarizar, porque muitas empresas, principalmente aquelas pequenas empresas de serviços, elas que têm três, quatro, cinco funcionários, ela vai ter que contratar dois a mais, ela não vai conseguir", destacou.
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