Setor privado vê espaço para refinar lítio e terras raras no Brasil
Empresas discutem instalação de plantas no Vale do Jequitinhonha e em Poços de Caldas, mas pedem incentivos, financiamento e previsibilidade para viabilizar projetos
A AMC (Associação de Minerais Críticos) vê espaço para a construção de refinarias de lítio e terras raras em território nacional, em um movimento para ampliar a participação do Brasil nas etapas mais avançadas da cadeia mineral.
A avaliação foi feita por Marisa Cesar, Presidente do Conselho da AMC e diretora de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da PLS, em entrevista ao Mapa da Mina, programa semanal da CNN Brasil que discute os rumos da indústria da mineração.
O refino é uma das etapas finais da indústria mineral. No caso do lítio, é nessa fase que o minério deixa de ser apenas um concentrado e passa a ser transformado em compostos químicos de alta pureza, como carbonato ou hidróxido de lítio. Esses insumos são utilizados por outras indústrias, especialmente na fabricação de baterias.
Em terras raras, a lógica é semelhante. Depois da mineração e da concentração, o material precisa passar por processamento químico e separação para chegar a óxidos individuais, como neodímio, praseodímio, térbio e disprósio. Esses elementos são usados em cadeias industriais de maior valor agregado, como ímãs permanentes, motores elétricos, turbinas e equipamentos de alta tecnologia.
Na avaliação de Marisa, a instalação dessas capacidades avançadas no Brasil depende de fatores que vão além da vontade das empresas.
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