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Vai viajar? Entenda como aumento de imposto nos cigarros afeta o setor aéreo

Após uma década, o preço mínimo do cigarro sofre reajuste para recompor o caixa da União; entenda o que a mudança significa para as companhias aéreas

Por Danielle Cassita | 30/04/2026 às 07:00

O Governo Federal anunciou o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (ou “IPI”) sobre tabaco em todo o território nacional. O objetivo da medida é compensar a perda da arrecadação que vinha dos tributos sobre o biodiesel e o querosene da aviação para estabilizar os preços dos insumos energéticos.

Com esse ajuste fiscal, a alíquota do IPI sobre cigarros vai dos atuais 2,25% para 3,5%, marcando o primeiro aumento no preço mínimo para da carteira em dez anos, que vai passar a custar R$ 7,50 e deve render R$ 1,2 bilhão nos cofres públicos apenas nos próximos dois meses.

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De acordo com a Fazenda, o foco não é apenas o desestímulo ao consumo, o reajuste é fundamental para sustentar desonerações estimadas em R$ 10 bilhões em outras áreas estratégicas da economia. Mas e as passagens aéreas?

A estratégia integra um amplo pacote de reequilíbrio orçamentário que tenta neutralizar a volatilidade dos combustíveis para o consumidor final e para o setor aéreo. De acordo com informações do governo, a arrecadação extra vinda do setor tabagista é uma necessidade imediata para recompor o caixa após a zeragem das alíquotas de PIS e Cofins sobre o QAV, que deve render economia de aproximadamente R$ 0,07 por litro às companhias aéreas.

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