A inteligência por trás do código
IA acelera desenvolvimento e enxuga times, mas expõe novo desafio: evitar fragmentação e transformar volume em valor; confira a coluna de Raphael Sampaio
Por Especialistas Convidados | 29/04/2026 às 15:21 • Atualizado 29/04/2026 às 15:22
Nos últimos anos, os times de tecnologia passaram a operar em um cenário de abundância. Novas ferramentas surgem em ritmo acelerado, ampliando de forma significativa o potencial de produtividade das equipes. O desafio deixou de ser o acesso à tecnologia. Hoje, a questão central é como escolher, integrar e extrair valor real em meio a tantas possibilidades.
De acordo com estudo da KPMG, 86% das empresas brasileiras já integraram inteligência artificial ao seu cotidiano, e quase metade dos profissionais afirma utilizar essas ferramentas em todas as suas tarefas. Dados do IBGE reforçam que essa transformação vem ganhando escala: o número de empresas industriais que utilizam inteligência artificial mais do que dobrou em dois anos, passando de 1.619 em 2022 para 4.261 em 2024, um crescimento de 163%. Não se trata mais de uma tendência emergente, mas de uma mudança estrutural na forma como as empresas operam.
Dentro dos times de engenharia, essa transformação é ainda mais perceptível. O papel tradicional do desenvolvedor, antes centrado na escrita de código, evolui para uma atuação mais próxima de arquitetura e orquestração. Com o avanço das ferramentas baseadas em IA, grande parte da construção técnica passa a ser automatizada, enquanto o diferencial humano se desloca para a definição de problemas, o desenho de soluções e o direcionamento dos sistemas.
Na prática, isso permite novas formas de organização e execução. Times mais enxutos passam a conduzir múltiplas iniciativas em paralelo, com maior fluidez e ciclos de desenvolvimento mais curtos. A tecnologia atua como um amplificador de capacidade, reduzindo dependências operacionais e acelerando entregas.
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