Dona do ChatGPT é processada por vítimas de massacre; entenda o caso
OpenAI é acusada de negligência por não alertar autoridades sobre conversas nocivas de atiradora com o ChatGPT
Por André Lourenti Magalhães | 30/04/2026 às 12:34
Familiares de vítimas de um massacre armado em Tumbler Ridge, no Canadá, processaram a OpenAI sob acusação de neglicência. A ação afirma que a pessoa atiradora discutiu o tiroteio com o ChatGPT e a empresa tinha ciência disso, mas não alertou as autoridades.
Ao todo, sete ações foram apresentadas para um tribunal federal em San Francisco, EUA. A empresa também é acusada de oferecer uma versão “perigosamente defeituosa” do ChatGPT, especialmente com o modelo GPT-4o, que permitiu que as conversas continuassem sem avisos mais incisivos.
De acordo com os dados do processo, a atiradora Jesse Van Rootselaar, que tinha 18 anos, conversava com o ChatGPT sobre temas sensíveis envolvendo o ataque. O tiroteio em fevereiro deste ano teve nove vítimas fatais, incluindo a própria atiradora, e foi considerado um dos massacres mais letais do Canadá.
Uma das ações acusa que o sistema de segurança do ChatGPT sinalizou a conta da atiradora por “planejamento e atividades com violência armada” em junho de 2025, meses antes do ocorrido. Uma equipe de proteção teria avaliado o conteúdo e pedido para que a OpenAI entrasse em contato com autoridades, mas isso não aconteceu.
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