Era Powell no Fed, que começou e termina sob Trump, chega ao fim
Erros Iniciais e um presidente irritado
Em um dia frio de primavera em 2017, Jerome Powell viajou de carro de Washington à West Virginia University, atravessando uma forte neblina, para uma conversa noturna com os alunos sobre a história do Federal Reserve e o equilíbrio político de sua estrutura, tópicos que naquele momento podiam ser enfadonhos até mesmo para observadores atentos do banco central dos EUA.
Os pontos que o então diretor do Fed, que havia sido nomeado pelo presidente Barack Obama no final de 2011, apresentou naquela noite, no entanto, em pouco tempo passariam de uma abstração acadêmica para o centro do debate sobre política monetária.
Oito meses depois, Powell foi nomeado para o cargo mais alto do Fed pelo presidente Donald Trump, apenas para se desentender rapidamente com ele em uma batalha sobre a independência do banco central que segue até hoje.
Esta quarta-feira (29) pode marcar a última reunião de política monetária de Powell como chefe do Fed e o debate sobre seu legado provavelmente será acalorado, abarcando desde a briga com Trump até a resposta agressiva do banco central às consequências econômicas da pandemia da Covid-19.
Powell sucedeu Janet Yellen como chefe do Fed em fevereiro de 2018, herdando uma economia com inflação abaixo da meta de 2%, uma taxa de desemprego saudável de 4,1% e sinais de que o crescimento econômico estava ganhando força após anos de desempenho mediano.
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