Justiça detalha arsenal e passos de atirador do jantar da Casa Branca
Esta imagem de facas foi incluída no registro judicial pelos promotores federais. • Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito de Columbia
jUm agente do Serviço Secreto viu um suspeito armado com uma espingarda disparar sua arma em direção às escadas que levavam a um salão de hotel onde o presidente Donald Trump, membros de seu gabinete e alguns dos principais jornalistas do país estavam reunidos no sábado (24) para o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, alegaram os promotores federais em um novo registro judicial na quarta-feira (29).
O registro, que expôs o argumento dos promotores para manter o suspeito Cole Thomas Allen em custódia enquanto aguarda o julgamento, forneceu uma linha do tempo mais detalhada do tiroteio do que o conhecido anteriormente, além de um relato minucioso do armamento que ele havia acumulado.
Os promotores argumentaram que não havia "nenhuma combinação de condições que pudesse garantir razoavelmente a segurança da comunidade" caso o suspeito fosse liberado, apontando suas extensas preparações e a possibilidade, evitada pela "sorte", de que ele poderia ter matado pessoas e causado danos graves.
Eles chamaram o plano dele de "violência política extrema".
“O comportamento do réu, ao escolher suas vítimas, demonstra a natureza profundamente perigosa de suas ações”, escreveram os promotores. “Tentativa de homicídio é sempre um crime grave, mas quando a vítima pretendida é o presidente dos Estados Unidos, além de outros membros de alto escalão do governo dos EUA, as consequências potenciais são imensuráveis.”
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