Rússia diz que não exibirá armamentos em desfile anual por segurança
Porta-voz do governo, Dmitry Peskov, mencionou 'campanha terrorista em larga escala' da Ucrânia para justificar ausência de armamentos no evento que acontece na Praça Vermelha
A Rússia realizará uma versão reduzida de seu desfile anual para celebrar a vitória na Segunda Guerra Mundial, sem a tradicional exibição de armamentos, informou o governo russo nesta quarta-feira (29), citando o aumento da ameaça de ataques ucranianos.
O desfile de 9 de maio na Praça Vermelha, em Moscou, é um dos pontos altos do calendário russo, comemorando a vitória sobre a Alemanha nazista em um conflito no qual a União Soviética – da qual a Rússia e a Ucrânia faziam parte – perdeu 27 milhões de pessoas.
Em aniversários recentes, a Rússia tem exibido armamentos, incluindo mísseis balísticos intercontinentais, e o presidente Vladimir Putin tem aproveitado a ocasião para mobilizar a nação em apoio à guerra na Ucrânia, que já dura quatro anos.
Este ano, porém, o Ministério da Defesa afirmou que não haveria exposição de equipamentos militares devido ao que chamou de "situação operacional atual".
Questionado por repórteres sobre a decisão, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse: "O regime de Kiev, que está perdendo terreno no campo de batalha a cada dia, lançou agora uma campanha terrorista em larga escala. E, portanto... todas as medidas estão sendo tomadas para minimizar o perigo."
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