Spotify tenta rotular músicas de IA, mas solução frustra assinantes
Falta de verificação automática e dependência de autodeclaração geram críticas e dificultam distinguir criações humanas de produções artificiais no catálogo
Por João Melo | 29/04/2026 às 10:29
O Spotify é um dos serviços de streaming de música mais populares do mundo, ultrapassando 760 milhões de usuários ativos mensais. Contudo, apesar de ser o companheiro diário de muitas pessoas, o aplicativo ainda parece fazer vista grossa para músicas geradas por inteligência artificial (IA) presentes na plataforma.
E esse ponto diz respeito principalmente à rotulação das faixas sintéticas encontradas no app. A queixa dos usuários sobre essa questão se torna cada vez mais frequente diante da crescente facilidade de usar ferramentas de IA para criar músicas do zero.
Um dos movimentos recentes da empresa foi a adição de tags voltadas a esse tipo de conteúdo na aba de “Créditos” das músicas. O recurso foi anunciado ainda em 2025 e visa indicar como a IA foi utilizada no processo de criação do single em questão.
Apesar de se tratar de uma iniciativa interessante, um ponto específico chamou a atenção dos usuários da plataforma: o fato de que é de responsabilidade dos artistas e gravadoras indicar, nos créditos, se a tecnologia foi usada na composição da letra, nas vozes, nos instrumentais ou na produção.
Fonte: Leia a notícia completa
Continue na próxima notícia
Selecionamos mais uma matéria para você seguir navegando no Arapongas Digital.

Quando a marca para de comprar atenção e começa a produzi-la
Caso Printi revela como posicionamento limita crescimento e por que marcas precisam construir audiência, não apenas comprar atenção





