Você pode estar interpretando tudo errado: como diferenciar TDAH de autismo e evitar confusões comuns no dia a dia
Nas últimas décadas, o TDAH e o Transtorno do Espectro Autista ganharam mais visibilidade. Ao mesmo tempo, muitas famílias ainda se confundem com os diagnósticos. Os dois quadros afetam o desenvolvimento, impactam a roti...
Nas últimas décadas, o TDAH e o Transtorno do Espectro Autista ganharam mais visibilidade. Ao mesmo tempo, muitas famílias ainda se confundem com os diagnósticos. Os dois quadros afetam o desenvolvimento, impactam a rotina e aparecem desde a infância. Contudo, especialistas destacam diferenças importantes, principalmente nas áreas social, de atenção, sensorial e de organização do dia a dia.
Em linguagem simples, ambos mexem com o modo como a pessoa percebe o mundo e reage a ele. Ainda assim, fazem isso por caminhos bem distintos. Enquanto o TDAH envolve sobretudo regulação de atenção, impulsividade e planejamento, o TEA se liga a comunicação social, interesses restritos e respostas sensoriais atípicas. A ciência atual, guiada por critérios como os do DSM-5, oferece parâmetros para separar esses perfis.
O DSM-5 descreve o TDAH como um padrão persistente de desatenção e hiperatividade. Esse padrão interfere no funcionamento em diferentes contextos, como casa e escola. O manual exige sinais presentes desde a infância e em mais de um ambiente.
Já o TEA envolve dificuldades na comunicação social e padrões de comportamento repetitivos. O DSM-5 inclui também interesses restritos e alterações sensoriais. Esses sinais surgem cedo e permanecem ao longo da vida, ainda que mudem de forma com o tempo.
Assim, os dois diagnósticos pertencem ao grupo dos transtornos do neurodesenvolvimento. Porém, cada um segue critérios próprios e bem definidos. Por isso, o profissional precisa analisar a história completa da pessoa, e não apenas um comportamento isolado.
A interação social representa um dos pontos mais claros de distinção entre TDAH e TEA. No TDAH, a pessoa geralmente entende regras sociais, mas tem dificuldade para segui-las de modo constante. Em muitos casos, quer se aproximar, porém interrompe, fala alto ou perde o fio da conversa.
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