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28/04/2026
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Análise: Endividamento faz população não ver papel do governo em ascenção

Para Pedro Venceslau, o Desenrola 2.0 pode oferecer alívio, mas não resgata a sensação de mobilidade social dos governos petistas anteriores

O governo federal discute o lançamento do programa Desenrola 2.0, voltado para a renegociação de dívidas dos brasileiros. O contexto, segundo o analista de política Pedro Venceslau, revela uma mudança profunda na percepção da população sobre o papel do governo na melhoria de vida das famílias.

Para Venceslau, o endividamento crescente faz com que a população já não enxergue mais o governo como responsável por uma mudança expressiva em suas condições de vida. "Talvez pode ser o responsável por algum alívio nas contas, mas é uma situação completamente diferente do que eram os governos anteriores do PT", afirmou o analista durante o Hora H desta terça-feira (28).

Durante os primeiros governos petistas, a estratégia de ampliar o acesso ao crédito, sobretudo o consignado, combinada com programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, gerou uma sensação concreta de mobilidade social.

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"A população sentia estava subindo na hierarquia, subindo um degrau", disse Venceslau. Um símbolo emblemático desse período, segundo o analista, era a aquisição de uma máquina de lavar, que representava a transição da pobreza para a classe média.

Esse cenário, no entanto, não se repete no atual governo. Segundo o analista, somam-se a isso uma fadiga natural para um presidente em seu terceiro mandato e o fato de que a isenção do imposto de renda para quem ganha até 5 mil reais, que deveria ser a "bala de prata", não surtiu o efeito esperado.

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