Mídia regenerativa: entenda o modelo que digitaliza cidades via dados e DOOH
Parceria entre Videoporto e VIVA do Brasil usa "smartlets” e mídia programática para financiar infraestrutura urbana e lazer digital com dados LGPD-compliant
Por Anaísa Catucci | 29/04/2026 às 15:30
A paisagem das metrópoles brasileiras está passando por um "upgrade" que vai além da estética. O conceito de mídia regenerativa, um modelo de negócio em que a tecnologia de Digital Out-of-Home (DOOH), está transformando painéis de publicidade em motores de financiamento para a infraestrutura urbana com um hub de serviços e entretenimento gratuito.
Um dos exemplos envolve a parceria estratégica entre a Videoporto, empresa nascida no ecossistema de inovação do Porto Digital, e a VIVA do Brasil anunciou um aporte de R$ 413 milhões. O objetivo é converter áreas comuns em polos de inovação tecnológica, instalando faces digitais de última geração em pontos estratégicos.
O pilar físico dessa transformação é o “smartlet”. Diferente dos mobiliários urbanos convencionais, o equipamento integra arquitetura funcional com tecnologia de exibição de alta performance. O modelo permite que a iniciativa privada gerencie, de forma autônoma e sustentável, a modernização de parques e rodovias.
"O modelo eleva o patamar de gestão sustentável, conectando o público a experiências de alta qualidade tecnológica sem onerar a gestão pública tradicional", explica Mirella Martins, diretora de marketing da VIVA do Brasil.
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